segunda-feira, 30 de novembro de 2009

LI E RECOMENDO!

Livro: Em busca de sentido
Autor: Viktor E. Frankl
Editora Sinodal e Editora Vozes
136pgs

Descrição:Em Busca de Sentido é um livro de Viktor Frankl de 1946, Em Busca de Sentido (título original:Ein Psycholog erlebt das Konzentrationslager) retrata suas experiências como um detento de um campo de concentração e descreve seu método psicoterapêutico de como encontrar uma razão para viver. De acordo com Frankl, o livro tenta responder a pergunta "Como a vida cotidiana dentro de um campo de concentração se reflete na mente de um prisioneiro mediano?". A primeira sessão do livro constitui as experiências de Frankl nos campos de concentração, enquanto que a segunda metade é uma introdução à Logoterapia.

Que Papai abençoe a todos
Missionário Adilson

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

LI E RECOMENDO!

Livro: Homens de Deus
Autor: Jorge Atiência
Editora ABU e Encontro Publicações
Pgs 96

Descrição: Este livro, com perguntas para o estudo em grupo, ajudará você a relacionar a experiência dos homens da Bíblia com sua própria vida. Elias, Ezequiel, Daniel, José e Estêvão eram homens abertos ao Espírito Santo. O autor nos mostra como, quando um homem ora e obedece, o Espírito Santo age com poder nas pessoas e transforma a história.

Que Papai abençoe a todos
Missionário Adilson

sábado, 21 de novembro de 2009

Felicidade Já?

Todos nós temos direito à felicidade, certo?.

Pelo menos, é assim que se pensa, hoje em dia. Parece que o mundo todo busca "se dar" esse direito, e corre atrás dele. O menino na loja de brinquedos; seu pai na agência de automóveis, sua mãe na joalheria, o casal gay, diante do altar, todos parecem concordar que têm direito à felicidade - a seu modo.

Não sei se está correta essa busca, esse modo de pensar, por três motivos. Primeiro, porque não sei muito bem o que é essa felicidade que buscamos; segundo, porque não consigo descobrir de onde vem e quem nos deu esse "direito", e terceiro, porque tanto do ponto de vista antropológico quanto psicológico, ou mesmo teológico, não sei se nascemos para ser felizes.

Quanto ao primeiro motivo, me parece que a felicidade, diferentemente da alegria, é um estado de alma. Posso estar alegre e ser infeliz ou estar triste e ser feliz.

Pensadores modernos têm associado felicidade a saciedade. A infelicidade estaria ligada, então, a desejos não saciados. E como não podemos deixar de desejar, e também nunca seremos plenamente saciados, precisamos encontrar uma saída para o problema.

Encontramos nas Escrituras essa proposta de saciedade plena, quando a profecia nos fala, metaforicamente, que Deus nos enxugará dos olhos toda lágrima (Ap 7,17). Mas vemos tratar-se de uma promessa para o porvir. Os bem-aventurados também têm sua promessa - para depois do sofrimento. Mas a felicidade que queremos é para já. Posso ser feliz aqui e agora? E descobrimos que a felicidade, na forma de saciedade total, é impossível. Nem para o rico, nem para o santo.

Que nos sugerem os sábios? Que aprendamos a lidar com nossos desejos. Por exemplo, que aprendamos a não desejar o impossível; e, também, que a absoluta ausência de desejos nos faria não querer sair da cama pela manhã. Que coisa difícil!

O direito à felicidade me parece problemático, em segundo lugar, porque não sei de quem cobrá-lo. Mesmo que muitos o vejam como um subproduto do Código de Defesa do Consumidor, instituído por lei. De fato, não sei a quem acionar na justiça em caso de comprovada infelicidade pessoal, uma vez que não pedi para nascer. Serão os meus pais? Será Deus? Neste último caso, a que tribunal o levarei? E com que base "legal"?

E isso nos leva ao terceiro problema. Que a felicidade é o anseio de toda alma, não há dúvida. Mas onde está o direito? Existe em nosso "manual de operação" algum dispositivo que garanta que nascemos para a felicidade? Ao compulsar as Escrituras, descubro que ela fala pouco do assunto. Fala muito de alegria, mas não de felicidade. Um silêncio revelador. Mesmo os "felizes", controversa tradução para bem-aventurados, só serão saciados no porvir. Sua felicidade está fundada na esperança, na promessa. Mas se é promessa, não é para já.

Sim, agora dou-me conta de que Cristo não veio trazer felicidade. Pelo menos não essa felicidade a que todos pensam ter direito, sob pena de ação judicial. O que nos legou, como resultado da reconciliação com Deus foi sua paz. Uma paz que o mundo não pode dar - e também não pode tirar. Consistentemente, Paulo nos diz que o resultado da justificação, mediante a fé, é paz (Rm 5,1). A proposta de felicidade para nós se realiza na paz com Deus, que se desdobra em derrubadas de paredes interiores e de muros de separação e inimizades: reconciliação. Sim, Deus estava, em Cristo, reconciliando consigo mesmo o mundo (2Co 2,19). Ao recebê-lo, sou reconciliado com os propósitos divinos para minha identidade, meu significado de vida. Reconciliado em minhas relações com a natureza, com meus irmãos, comigo mesmo e com Deus, passo a experimentar uma "paz que excede todo entendimento" (Fp 4,7).

Paz. Esta é a proposta de felicidade que Deus apresenta ao mundo. Paz por meio de Cristo.

Fonte: www.amorese.com.br

Que Papai abençoe a todos
Missionário Adilson

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A quem devemos seguir? - IMPERDÍVEL!!!

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LI E RECOMENDO!

Livro: Práticas Devocionais - Exercícios de Sobrevivência e Plenitude Espiritual
Autor: Elben M. Lenz César
Editora Ultimato
128pgs.

Descrição:
Avivamento sem práticas devocionais não existe. Torna-se evento e não movimento. Não tem como sustentar-se, passado o impacto inicial. Se a partir do avivamento, a igreja se entregar às práticas da Leitura da Bíblia, da Oração, do Desabafo, da Confissão, da Restauração, da Humildade, da Introspecção, da Vigilância, do Discernimento, do Equilíbrio, da Espera, da Descomplexação, da Confiança, da Ousadia, da Resistência, do Poder, da Vontade, da Alegria, então a vida abundante de que falou Jesus será uma deliciosa e continuada realidade. As Práticas Devocionais são exercícios de sobrevivência e de plenitude espiritual e levam o crente ao ponto máximo da comunhão, tornando-o amigo de Deus. Práticas Devocionais é mais que um livro. Tem sido utilizado em escolas dominicais, seminários, institutos bíblicos e retiros espirituais em todo o país.

Que Papai abençoe a todos
Missionário Adilson

domingo, 8 de novembro de 2009

Vou Pescar - Quando o Guerreiro se Cansa

Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Jo 21, 3

Vou Pescar

Pescaria, normalmente, é sinônimo de lazer e diversão. Ou então, de uma profissão, das mais antigas. Por sinal, a profissão de Pedro e da maioria dos sete discípulos que lhe respondem:
"Também nós vamos contigo". Talvez por isso, passe-nos desapercebido o drama de alma com que esse homem diz, singelamente, "vou pescar".

Passados aqueles momentos terríveis da crucificação, os discípulos estão tontos, perdidos, confusos, órfãos. A cabeça ainda zumbindo de imagens e lembranças dos últimos acontecimentos, das correrias, dos apertos, dos guardas agarrando Jesus, do beijo de Judas, dos açoites...
Pedro ainda carrega as marcas da sua covardia, de haver negado o Mestre. — E se eu tivesse enfrentado os guardas; e se eu tivesse cortado a orelha? Deixei Maria sozinha ao pé da cruz... Se eu pudesse me explicar... Encontrei Jesus algumas vezes, mas não é mais a mesma coisa; agora ele parece tão diferente...

Assim, Pedro e seus amigos, sem perceber, voltam ao local onde o viram pela primeira vez, o mar de Tiberíades. Ali estavam as coisas que eles, um dia, haviam deixado para trás. Ali estava a "normalidade", o descanso, a realidade, o acordar de um longo sono — estaca zero.

"Vou pescar" pode ser a atitude de muitos guerreiros de primeira linha, que, por algum motivo, se ferem e se perdem na escaramuça da luta cristã. Mas o texto nos mostra que não pescaram nada naquela noite. Que maré! Nada dá certo! Uma boa pescaria, agora, seria tão bom para o ânimo, para o ego, para o recomeço. Mas nada!

Na verdade, não há como voltar às redes. Não somos mais os mesmos. Nossa história não nos permite voltar a ser simples pescadores: pobres, anônimos e... felizes! Frustrado com o insucesso, Pedro nem percebe aquele que chega na praia, para lhe confirmar os pensamentos: "Pedro, amas-me? Então essas redes não fazem mais parte do seu mundo. Ficaram para trás. Vem, pastoreia as minhas ovelhas".

Fonte: www.amorese.com.br

Que Papai abençoe a todos
Missionário Adilson

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

LI E RECOMENDO!

Depois de um tempo, volto a indicar algumas boas leituras que fiz e gostaria que vocês também tivessem acesso.

Livro: Em busca da felicidade
Autor: James Houston
Editora Abba Press
320pgs

Descrição: Esse é o terceiro livro da trilogia de James Houston sobre a “espiritualidade”. Em seu primeiro livro, “Orar Com Deus”, o Dr. Houston – teólogo, congressista e fundador do Regent College em Vancouver / Canadá – aborda a questão da intimidade com Deus e do quanto o Senhor está interessado em desenvolver uma profunda amizade (comunhão) com o ser humano, mais do que nas tarefas que esses servos possam vir a realizar. No segundo livro: “A Fome da Alma”, Houston nos fala sobre o íntimo do homem. Suas contradições interiores, seus desejos, as fantasias da mente humana e a ardente expectativa que toda a alma humana tem em relação ao conhecimento de Deus, à uma vida feliz e à morte. “Em Busca da Felicidade”, James Houston fala da sociedade em que vivemos. Como somos conduzidos pelo pós-modernismo e pelo hedonismo vigentes e levados a colocar valor exagerado no consumo – como demonstração de poder e realização – e na performance do sucesso. Nessa obra, Houston, coloca coração e mente para comunicar aos seus milhões de leitores em todo o mundo, que o amor de Deus e a presença de Cristo pode ser um realidade feliz em nossas vidas, no mundo presente e no futuro, e não apenas uma alegoria ou utopia.

Que Papai abençoe a todos
Missionário Adilson